Automação industrial: principais objetivos e como aplicar

6 set, 2024 | Automação industrial | 0 Comentários

A automação industrial é uma realidade cada vez mais presente na estrutura fabril. Ela acompanha os avanços tecnológicos e está associada à otimização de processos produtivos, simplificação de tarefas e promoção da segurança no setor.

O principal objetivo é promover a autonomia dos processos de fabricação, dando origem às “fábricas inteligentes”.

Neste artigo, você conhecerá tudo sobre a automação industrial, desde o seu funcionamento, passando pelos objetivos e vantagens de sua utilização.

O que é a automação industrial?

Movimento crescente no ambiente produtivo, a automação industrial é representada pelo uso de modernas soluções tecnológicas que vão otimizar processos em fábricas.
As tecnologias são variadas e englobam:
Softwares;
Hardwares;
Máquinas eletromecânicas;
Equipamentos específicos.
Tais ferramentas são responsáveis por aumentar a competitividade das indústrias no seu segmento, especialmente pela maior produtividade que oferecem.
Em outras palavras, é o emprego de tecnologia para gastar o mínimo possível de tempo e insumos na produção segura e eficiente.
Não por acaso, o investimento em automação é crescente em todo o mundo, com projeções na ordem dos bilhões.
Um compilado de pesquisas realizadas pela Zipdo salienta que, em 2025, o mercado deverá alcançar US$ 285,04 bilhões. E alguns setores se destacam globalmente:
Robótica industrial: US$ 75,84 bilhões;
Software: US$ 74,53 bilhões;
Serviços: US$ 45,7 bilhões;
Sensores: US$ 16,4 bilhões até 2025, entre outros.
Importante reforçar que a automação não visa substituir os humanos pelas máquinas, mas sim realocar os colaboradores para atividades mais estratégicas.
Em resumo, ela permite que os processos sejam ágeis, eficientes e seguros. Também preza pelos menores custos, desperdícios e erros.
Um breve histórico da automação industrial
Segundo um artigo publicado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a automação teve sua história iniciada a partir da substituição do controle manual por máquinas na produção de equipamentos.
Para o autor, isso aconteceu durante a Revolução Industrial (século XIX). Na época, a melhor forma de aumentar a produtividade era através da substituição da mão-de-obra em tarefas repetitivas.
Esse processo tornou-se mais visível com o desenvolvimento dos computadores, ocorrido após a década de 60, resultando nas redes industriais.
Todo o avanço permitiu a criação de uma rede de dispositivos computadorizados para unir dados de diferentes setores da empresa.
Atualmente, a automação avança rapidamente, com modernos sistemas adotados, seja na área fabril, seja na logística. Muitos deles já tem Machine Learning, IA, sistemas ciberfísicos e outras ferramentas tecnológicas.
Essas soluções permitem que a indústria alcance alguns objetivos fundamentais, como você verá a seguir.
Quais são os objetivos da automação industrial?

Movimento crescente no ambiente produtivo, a automação industrial é representada pelo uso de modernas soluções tecnológicas que vão otimizar processos em fábricas.

As tecnologias são variadas e englobam:

  • Softwares;
  • Hardwares;
  • Máquinas eletromecânicas;
  • Equipamentos específicos.

Tais ferramentas são responsáveis por aumentar a competitividade das indústrias no seu segmento, especialmente pela maior produtividade que oferecem.

Em outras palavras, é o emprego de tecnologia para gastar o mínimo possível de tempo e insumos na produção segura e eficiente.

Não por acaso, o investimento em automação é crescente em todo o mundo, com projeções na ordem dos bilhões.

Um compilado de pesquisas realizadas pela Zipdo salienta que, em 2025, o mercado deverá alcançar US$ 285,04 bilhões. E alguns setores se destacam globalmente:

  • Robótica industrial: US$ 75,84 bilhões;
  • Software: US$ 74,53 bilhões;
  • Serviços: US$ 45,7 bilhões;
  • Sensores: US$ 16,4 bilhões até 2025, entre outros.

Importante reforçar que a automação não visa substituir os humanos pelas máquinas, mas sim realocar os colaboradores para atividades mais estratégicas.

Em resumo, ela permite que os processos sejam ágeis, eficientes e seguros. Também preza pelos menores custos, desperdícios e erros.

Um breve histórico da automação industrial

Segundo um artigo publicado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a automação teve sua história iniciada a partir da substituição do controle manual por máquinas na produção de equipamentos.

Para o autor, isso aconteceu durante a Revolução Industrial (século XIX). Na época, a melhor forma de aumentar a produtividade era através da substituição da mão-de-obra em tarefas repetitivas.

Esse processo tornou-se mais visível com o desenvolvimento dos computadores, ocorrido após a década de 60, resultando nas redes industriais.

Todo o avanço permitiu a criação de uma rede de dispositivos computadorizados para unir dados de diferentes setores da empresa.

Atualmente, a automação avança rapidamente, com modernos sistemas adotados, seja na área fabril, seja na logística. Muitos deles já tem Machine Learning, IA, sistemas ciberfísicos e outras ferramentas tecnológicas.

Essas soluções permitem que a indústria alcance alguns objetivos fundamentais, como você verá a seguir.

Quais são os objetivos da automação industrial?

Quais são os objetivos da automação industrial?

A evolução tecnológica da indústria é constante. O que usamos no início da década talvez já esteja ultrapassado atualmente. E o que temos hoje provavelmente não será tão útil daqui a 15 ou 20 anos.

Mas, uma coisa é certa! A aplicação da automação industrial mantém alguns objetivos em comum. Eles se relacionam tanto ao crescimento do setor quanto ao bem-estar e segurança dos profissionais.

Logo, as tecnologias atuam com os seguintes objetivos:

  • Buscar formas de ampliar a produtividade;
  • Promover a integração de diferentes setores;
  • Reduzir custos de produção;
  • Aumentar a qualidade das entregas e menor tempo de fabricação;
  • Garantir a segurança operacional;
  • Melhorar a gestão e monitoramento de processos;
  • Diminuir as chances de falhas humanas durante a operação;
  • Minimizar o consumo energético;
  • Simplificar processos rotineiros e de manutenção, entre outros.

6 pilares da automação industrial

Segundo um artigo da TOTVS, a aplicação da automação industrial se baseia em seis pilares fundamentais. São eles:

1. Virtualização

Consiste na criação de modelos digitais, chamados de gêmeos digitais. O uso deles permite a realização de simulações e testes de cenários antes da implementação real da solução.

Também possibilita a integração entre o mundo físico e o virtual através da realidade aumentada (RA) e da realidade virtual (RV).

2. Descentralização

Relacionada à capacidade que os sistemas automatizados têm nas tomadas de decisões autônomas, sem a intervenção humana.

Com a descentralização, as máquinas se comunicam entre si e se adaptam às mudanças com inteligência.

3. Interoperabilidade

Refere-se à possibilidade da comunicação entre os sistemas internos e com ferramentas externas, sempre em tempo real. Para isso, os dispositivos IoT e a conexão via cloud computing são adotados.

4. Dados em tempo real

Os sensores e dispositivos conectados ao longo do processo produtivo coletam dados em tempo real de diversas situações.

Eles são automaticamente armazenados na nuvem e analisados por algoritmos de IA e big data, respaldando a tomada de decisões e a melhoria contínua dos processos.

5. Modularidade

Este termo é a capacidade de os sistemas se adaptarem às mudanças (de demanda ou de produto) por meio da adição, remoção ou alteração de módulos.

Com isso, a produção é flexível e personalizada, atendendo às necessidades com maior agilidade.

6. Orientação a serviço

A orientação a serviço é a capacidade que os sistemas automatizados têm em oferecer e utilizar serviços internos e externos por meio de interfaces padronizadas.

Ou seja, eles podem monitorar e remodelar dispositivos conforme a demanda ou necessidade.

Quais são as ferramentas mais utilizadas na automação industrial?

Como você viu, a automação industrial e suas inovações tecnológicas transformam a operação das fábricas, garantindo todos os objetivos anteriormente apresentados.

Mas você sabe quais são as principais ferramentas neste sentido? É sobre elas que falaremos neste tópico. Veja:

Sensores

São componentes importantes da automação. Eles transformam condições físicas, como temperatura, pressão e movimentos, em sinais que podem ser interpretados.

Essa é a base para a automação, possibilitando que as máquinas tomem decisões de maneira autônoma.

A quantidade de sensores é diversa, e eles são aplicados em uma ampla gama de contextos. Dessa forma, desde a detecção de obstáculos na linha de montagem até o monitoramento de condições ambientais.

A navegação de veículos autoguiados (AGVs), por exemplo, é assessorada por estes dispositivos. Alguns modelos fazem o mapeamento do local, permitindo que se movam de forma autônoma.

Softwares

Representam o coração da automação industrial. Eles utilizam dados fornecidos pelos sensores e permitem um melhor gerenciamento e controle dos processos de produção. 

Voltando ao nosso exemplo dos AGVs, os softwares orquestram a movimentação dos veículos autoguiados, baseando-se em lógicas de programação complexas e algoritmos de otimização. 

Eles também contribuem com a:

  • Manutenção da qualidade;
  • Eficiência energética;
  • Monitoramento da saúde das máquinas;
  • Oferta de insights valiosos para a tomada de decisões estratégicas na empresa.

Robôs colaborativos (cobots)

Os cobots tornam a automação industrial acessível e inteligente, integrando processos que, até então, eram delegados aos humanos.

Eles são desenvolvidos para interagir com os colaboradores, permitindo uma cooperação perfeita e segura.

Dessa forma, a mão de obra é liberada para tarefas mais significativas e de maior custo-benefício para a linha de produção.

Banco de dados por nuvens

São ferramentas utilizadas para armazenar os grandes volumes de informações gerados pelas indústrias e seus sistemas. Logo, garantindo o acesso em tempo real e de qualquer lugar.

São também responsáveis por realizar a proteção de dados e a segurança das informações.

Veículos autoguiados (AGV)

Nos últimos anos, a indústria vem testemunhando a automação na forma de Automated Guided Vehicle ou veículos autoguiados.   

Em 2024, dados da Mordor Intelligence indicam que este mercado vale US$ 5,56 bilhões, mas tem a expectativa de saltar para US$ 8,27 bilhões em 2029.

Basicamente, o AGV faz referência à movimentação interna e armazenagem de materiais na indústria e na logística, de forma autônoma. Ele possui vários tipos que levam automação às empresas, como:

  • Empilhadeiras autônomas;
  • Transportador gravitacional;
  • AMR (Autonomous Mobile Robots);
  • AGVs Rebocadores;
  • Transportador de carga pesada.

Tais soluções oferecem uma série de vantagens, como segurança, aumento da precisão e produtividade, e redução do custo de mão de obra. 

Eles representam um primeiro passo para a automação industrial, também servindo para complementar outros sistemas automáticos na logística e área de produção. Vale a pena conhecer!

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